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ESTRESSE E SUAS CORRELAÇÕES COM ATM


Muitos projetos de pesquisa têm sido desenvolvidos para investigar o efeito do estresse e da ansiedade e suas correlações com as parafunções do sistema mastigatório. Embora não haja condições definitivas que possam estabelecer esses mecanismos, as correlações são aceitas e o dentista deve estar atento às características psicológicas do paciente e selecionar apropriadamente a abordagem indicada em casos específicos.

Ansiedade, tensão, emoções negativas e frustrações causam aumento da hiperatividade muscular, redução da taxa de secreção salivar durante o sono e vigília e, consequentemente, aumento de episódios de rangido dentário durante o sono.

Ranger os dentes tem maior prevalência em adultos que vivem sob tensão emocional, são hiperativos, agressivos ou apresentam personalidade compulsiva.

Verificou-se que alguns indivíduos com tensão emocional continuam a ranger os dentes mesmo com uma oclusão completamente equilibrada, reforçando a teoria comportamental.

O estresse é uma epidemia global. Vivemos num tempo de enormes exigências, sobretudo mentais, somos diariamente bombardeados com informações, exigências e pressões externas vindas da família, do meio social, do trabalho, da escola ou do meio ambiente, responsabilidades, obrigações, autocrítica, dificuldades fisiológicas e psicológicas.

A vulnerabilidade individual e a capacidade de adaptação são muito importantes para a ocorrência e a gravidade das reações ao processo do estresse, o desenvolvimento de um quadro de estresse vai depender, tanto da personalidade do indivíduo quanto do estado de saúde em que se encontra.

Estilo de vida, experiências passadas, atitudes, crenças, valores, doenças e predisposição genética são fatores importantes no processo do estresse. O risco de um estímulo estressor gerar uma doença é aumentado se estiver associado a condições físicas exaustivas ou fatores orgânicos.

A princípio, o estresse não é uma doença, mas apenas a preparação do organismo

Ao nos depararamos com um estímulo estressante: novo emprego novo, uma , promoção, angústia por falta de tempo para lazer, trânsito caótico, dificuldade financeira, competição, ameaça à segurança ou integridade física ou emocional, vida afetiva em desequilíbrio, conflito prolongado, acidente, assalto, sequestro, frio intenso, entre outros

Diante de um ou mais desses estímulos, nosso organismo fica em estado de alerta para nos proteger do perigo percebido e dá prioridade aos órgãos de defesa, ataque ou fuga. Em geral, as reações corporais desenvolvidas nesta fase são dilatação das pupilas, aumento dos batimentos cardíacos e da pressão arterial, respiração ofegante, maior concentração de açúcar no sangue, redistribuição da reserva sanguínea da pele e das vísceras para os músculos e o cérebro, frieza em mãos e pés, tensão nos músculos, inibição da produção de saliva (boca seca).

Se conseguirmos controlar o estímulo estressor, eliminando-o ou aprendendo a administrá-lo, o organismo volta à situação anterior de equilíbrio interno e continua sua normalidade. Mas se, ao contrário, o estímulo persistir e não conseguirmos contorna-lo, ocorrerá uma evolução do estado de estresse.

Nesta segunda fase de resistência ou intermediária, persiste o desgaste necessário para a manutenção do estado de alerta. O organismo continua provido de fontes de energia rapidamente mobilizadas, aumentando a potencialidade para outras ações, no caso de novos perigos terem sido acrescentados ao quadro de estresse contínuo. Toda essa mobilização de energia traz algumas consequências, como a redução da resistência a infecções, cansaço, fadiga, alterações no ciclo do sono, redução da libido, diminuição do apetite, disfunção menstrual.

Numa fase mais aguda do estresse, persistindo os estímulos, entraremos numa fase chamada de exaustão ou de esgotamento, na qual pode ocorrer queda significativa da imunidade e predisposição para muitas disfunções e doenças, por exemplo: dores vagas, taquicardia, alergias, psoríase, hipertensão, diabete, herpes, caspa e seborreia, graves infecções, problemas respiratórios, intoxicações, distúrbios gastrointestinais (úlcera, gastrite, diarreia e náuseas), alterações no sono (insônia, pesadelos, sono em excesso), sintomas cognitivos, como dificuldade de aprendizagem, lapsos de memória, dificuldade de concentração, bruxismo noturno e diurno (com efeitos altamente destrutivos para a saúde bucal).

Fique atento aos sinais do seu corpo, qualquer sinal de:

- Dor na Articulação Temporo Mandibular;

- Dor facial; - Dores de cabeça;

- Sensação de ardência no nariz, garganta e língua;

- Estalos ou zumbidos no ouvido;

- Dor ou desconforto ao mastigar:

- Dores no ombro e pescoço,além das desordens emocionais como irritabilidade, depressão e estresse, converse com o seu dentista sobre estes sintomas.

Na Clínica Rothier Odontologia Integrada Drª Monica Moreira é especialista em DTM, bruxismo e distrubios do sono (apnéia e ronco).

Existem diferentes tratamentos que poderão te ajudar a melhorar a qualidade de vida e seu bem estar geral.

A única pessoa que pode fazer isso por você, é você mesmo!!

Clínica Rothier, cuidando de você.


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